Perguntas & Respostas

Tanto uma quanto a outra, são plantas de poder porem com características bem distintas, afinal a ayahuasca também conhecido como chá do santo daime é liquido, enquanto por outro lado a iboga é em cápsulas, a ayahuasca é alucinógena, já a ibogaina é enteogena.

Ayahuasca é intensa e de efeito curto, a iboga é menos intensa porém com efeito prolongado. Ayahuasca é indicada para depressão, oferece pouco resultado no vicio de drogas, já a iboga além de atuar na depressão tem eficácia incomparável no tratamento de drogas.

Ayahuasca de origem da Amazônia Brasileira e a iboga na África Central.

Obs: Muitos vendem tratamento de ayahuasca afirmando que é ibogaina, ou diminui a quantidade de ibogaina necessária, para baixar os custos e acrescentando o uso da ayahuasca.

Não existe estudos ou pesquisas que comprovam a eficácia de nenhuma outra forma de ibogaína que não seja em cápsulas.

A forma sensata e coerente a ser levado em consideração são:
– Verifique a reputação das opções existentes, busque referencias, visite o local antes de contratar o tratamento, procure saber se existe médico e qual o nome do mesmo. Qual a estrutura disponível para qualquer nível de intercorrência. Essas são as mínimas questões necessárias para a escolha de um tratamento.

No IBTA temos um atendimento via Whatsapp muito prestativo, por isso indicamos entrar em contato com nossos consultores e tirar todas suas dúvidas existentes, vale a pena lembrar que o IBTA é pioneiro no processo de aplicação da Iboga no tratamento de dependência química no Brasil, com reconhecimento internacional de qualidade.

Nosso Whatsapp está localizado no botão ao lado do site, pensamos em tornar esse contato ainda mais prático e rápido, basta clicar e você será atendido agora, e suas dúvidas serão sanadas.

Quando pensamos em comprar um carro, usamos a Tabela FIPE como referência para saber o preço médio de mercado de acordo com marca, modelo e ano de fabricação. Se a tabela indica que o veículo custa em média R$ 22.000, mas encontramos anúncios por R$ 14.000, é natural desconfiar. A própria imprensa e órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, alertam que preços muito abaixo do mercado geralmente escondem riscos: veículo com problemas, golpe ou perda financeira.

A sabedoria popular resume isso bem: “quando o milagre é demais, o santo desconfia”.

No tratamento com Ibogaína, o raciocínio é o mesmo. Não existem milagres em saúde — existe ciência, equipe qualificada e estrutura adequada.

De acordo com o Global Ibogaine Therapy Alliance (GITA), organização internacional que promove conferências sobre o tema, o custo médio de um tratamento em clínicas de referência no mundo gira em torno de US$ 8.000 (cerca de R$ 40.000 na cotação atual).

No Brasil, reportagens de veículos como a Folha de S. Paulo e Estado de Minas já apontaram que o valor médio de um tratamento sério, com acompanhamento médico, estrutura adequada e protocolos de segurança, é de aproximadamente R$ 7.200.

Porém, ainda hoje, muitas pessoas se deixam seduzir por ofertas de “tratamentos milagrosos” anunciados por R$ 5.000, R$ 4.000 ou até menos. O resultado quase sempre é o mesmo: frustração, perda de dinheiro e, pior ainda, riscos sérios à saúde. Nessas situações, o problema não é a ibogaína em si, mas a escolha equivocada de um serviço sem condições reais de oferecer segurança e resultados.

👉 A verdade é simples: qualquer oferta de tratamento por ibogaína muito abaixo de R$ 6.500 deve ser vista com extrema desconfiança. Assim como na compra de um carro, preço baixo demais não é oportunidade — é armadilha.

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