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PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

Dúvidas frequentes e de muitas pessoas!

1. O que é a ibogaína?

A ibogaína é um alcaloide extraído da planta Tabernanthe iboga, estudado por seus efeitos neuromoduladores que atuam em vias relacionadas a compulsões, humor, memória emocional e padrões comportamentais. No IBTA, é utilizada dentro de protocolos clínicos estruturados e supervisionados.

2. Como funciona o tratamento no IBTA?

O protocolo é realizado presencialmente em Paulínia, e segue etapas que incluem triagem, avaliações clínicas, preparo emocional, dosagens monitoradas e acompanhamento terapêutico. O processo é conduzido por equipe clínica composta por médico psiquiatra, enfermagem, psicólogos e terapeutas. Confira o cronograma.

3. O tratamento pode ser feito em casa?

Não. A ibogaína exige um ambiente controlado, monitoramento contínuo e equipe capacitada. Protocolos caseiros ou produtos informais representam risco e não possuem previsibilidade farmacológica.

1. O que é a ibogaína?

A ibogaína é um alcaloide extraído da planta Tabernanthe iboga, estudado por seus efeitos neuromoduladores que atuam em vias relacionadas a compulsões, humor, memória emocional e padrões comportamentais. No IBTA, é utilizada dentro de protocolos clínicos estruturados e supervisionados.

2. Como funciona o tratamento no IBTA?

O protocolo é realizado presencialmente em Paulínia, e segue etapas que incluem triagem, avaliações clínicas, preparo emocional, dosagens monitoradas e acompanhamento terapêutico. O processo é conduzido por equipe clínica composta por médico psiquiatra, enfermagem, psicólogos e terapeutas. Confira o cronograma.

3. O tratamento pode ser feito em casa?

Não. A ibogaína exige um ambiente controlado, monitoramento contínuo e equipe capacitada. Protocolos caseiros ou produtos informais representam risco e não possuem previsibilidade farmacológica.

4. Quanto tempo dura o tratamento?

O protocolo do IBTA tem duração de 5 dias, com início sempre às segundas-feiras. Cada dia segue uma estrutura específica para segurança, estabilização emocional e integração dos resultados.

5. Qual o valor do tratamento?

Atualmente o tratamento custa 6.900 à vista e 7.200 parcelado no cartão em até 12x. A hospedagem não está inclusa no valor.

O valor está sujeito a flutuação do dolar.

6. Quem pode realizar o tratamento?

A equipe realiza uma triagem detalhada para avaliar histórico clínico, emocional e psiquiátrico. Alguns quadros, como problemas cardíacos ou hepáticos graves e alguns transtornos psicóticos, podem contraindicar o protocolo.

7. Há riscos?

Todo procedimento clínico envolve riscos, mas no IBTA eles são minimizados por meio de avali­ações, exames, monitoramento contínuo e administração de substância de procedência confiável.

8. O tratamento gera cura imediata?

Não. A ibogaína promove interrupção de padrões, redução significativa da fissura e clareza emocional, mas a continuidade terapêutica e terapia comportamental é fundamental. O IBTA oferece suporte terapeutico consultativo por 12 meses após o protocolo.

9. É possível fazer o tratamento involuntariamente?

Não. O IBTA só realiza tratamento com consentimento pleno do interessado. A participação consciente é essencial para segurança e eficácia.

10. Qual a diferença entre ibogaína e substâncias vendidas como “gotas”, “extratos” ou “iboga plus”?

Esses produtos não têm o mesmo perfil farmacológico da ibogaína utilizada clinicamente. Não seguem controle de pureza, dosagem ou ambiente de administração, por isso não atingem os efeitos terapêuticos estudados.

11. Onde o IBTA está localizado?

O Instituto funciona exclusivamente em Paulínia-SP. Qualquer local fora dessa cidade não pertence ao IBTA e não é supervisionado por nossa equipe.

12. O acompanhante participa do processo?

Sim. O acompanhante recebe orientações, participa de reuniões educativas e aprende como apoiar o paciente no pós-tratamento. Durante as dosagens, o paciente fica exclusivamente sob os cuidados da equipe clínica.

13. Há suporte depois do tratamento?

Sim. Os pacientes recebem suporte terapeutico orientativo por 12 meses, com foco em manutenção dos resultados e prevenção de recaídas emocionais ou comportamentais, através de sanação de dúvidas.

14. O que devo levar no dia do tratamento?

Documentos pessoais, roupas confortáveis, itens de higiene e todos os medicamentos de uso contínuo para revisão da equipe clínica.

15. O tratamento gera efeitos emocionais fortes?

Sim, a ibogaína atua em memórias, emoções e padrões psicológicos profundos. Por isso o ambiente estruturado e a equipe terapêutica são essenciais para conduzir o processo com segurança.

16. É preciso agendar com antecedência?

Sim. O agendamento com antecedência é necessário porque o tratamento segue um protocolo estruturado, envolve equipe multidisciplinar e datas específicas para cada etapa. Assim, garantimos uma preparação adequada, segurança total e disponibilidade da equipe responsável pelo acompanhamento do paciente durante todo o processo.

17. Qual a diferença entre Ayahuasca e Ibogaína no tratamento terapêutico?

Embora ambas sejam consideradas plantas de poder, Ayahuasca e Ibogaína possuem características e aplicações muito distintas. A Ayahuasca é um chá líquido de uso tradicional amazônico, com efeitos intensos e visionários de curta duração, classificados como alucinógenos. Já a Ibogaína é administrada exclusivamente em cápsulas e produz um efeito enteógeno, mais introspectivo, menos intenso e com duração prolongada.

Em termos terapêuticos, a Ayahuasca pode ser útil em casos de depressão e processos emocionais, porém apresenta resultados limitados no tratamento da dependência química. A Ibogaína, por sua vez, além de atuar de forma eficaz na depressão, é amplamente reconhecida pela sua eficácia no tratamento da dependência química.

A origem também difere: a Ayahuasca é da Amazônia Brasileira, enquanto a Ibogaína é proveniente da África Central.

É importante destacar que alguns locais oferecem Ayahuasca como se fosse Ibogaína ou reduzem a dosagem adequada de Ibogaína para diminuir custos, complementando com o uso de Ayahuasca. Essas práticas não garantem segurança nem eficácia.

Até o momento, não existem estudos científicos que comprovem a eficácia de qualquer forma de Ibogaína que não seja administrada em cápsulas.

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